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Goiânia : Quinta-feira, 19 de Julho de 2018
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Filhos problemáticos, pais perdidos

Filhos problemáticos, pais perdidos

 

     O equilíbrio na relação entre pais e filhos começa com o casal. Os pais são a base da família e o exemplo a ser seguido pela criança. Quando eles não estão bem, quando passam por uma fase de desentendimento ou problemas no trabalho, por exemplo, as crianças absorvem as preocupações e os sentimentos negativos.

     Se o problema for irremediável, como a morte de alguém ou o divórcio, os filhos devem ser informados tão rapidamente quanto possível – especialmente sobre fatos que afetarão a rotina deles e não poderão ser “camuflados”. Quanto mais tempo passar, mais curiosos eles ficarão e mais delicado será o momento da explicação.

     A criança merece e precisa saber o que acontece com sua família. Naturalmente, os adultos precisam de sabedoria para “avaliar” o peso dos detalhes e encontrar o jeito certo para contar. No entanto, transparência é fundamental. Afinal, assim como os adultos, os jovens também têm seu desempenho afetado quando estão preocupados ou apreensivos. O rendimento escolar é o primeiro e principal prejudicado. Agressividade e isolamento também são comumente desenvolvidos. Por isso, reforço: diálogo e transparência são fundamentais.

     Eventualmente o desempenho escolar do filho pode ser encarado como apenas mais um dos muitos problemas que os pais estão enfrentando. Nem sempre: ele pode refletir uma crise envolvendo a família. Vale a pena refletir antes de criticar a criança ou a escola.

     A correção que os pais esperam da criança tem de ser feita com ajuda dos próprios pais, com amor e firmeza, e não apenas com ordens. Essa clareza só vem com o preparo, e o preparo traz boas consequências para toda a família – naturalmente, as ações dos filhos refletem aquilo que observam nos pais.

     Hoje, há pais que não conhecem os filhos. Passaram tempo demais trabalhando e buscando seus interesses acadêmicos ou profissionais. Por não terem estabelecido um canal de diálogo e intimidade, vão se ressentir mais tarde. Se os pais não buscaram os filhos, não serão eles, ainda imaturos, que sairão em busca do diálogo. Talvez esses pais jamais venham a saber, verdadeiramente, o que importuna ou aborrece os próprios filhos. 

     Em contrapartida, quando os pais conseguem estabelecer esse vínculo desde os 2 ou 3 anos, a criança aprende a enxergar nos pais a boa intenção e a sabedoria para consultá-los em questões de amizades e possibilidades para a vida.

 (Fonte: Livro - Pais responsáveis educam juntos -  Cris Poli)

 

Dica Interativa:
Conheçam seus filhos, invistam tempo neles, dialoguem diariamente, sejam transparentes e, assim, vocês poderão ajudá-los nos momentos difíceis.
 
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